Biblioteca Digital das Bibliotecas Escolares do Agrupamento de Escolas de Padre Benjamim Salgado: A Casa de Camilo (ESPBS); Bernardino Machado (EBBM); O Mundo da Imaginação (EB. Joane); O Mundo dos Sonhos (EB. Boca do Monte ); O Mundo dos Livros (EB. Agra Maior); Ponto de Biblioteca (EB. Pousada de Saramagos), Vila Nova de Famalicão.
domingo, 6 de novembro de 2016
Leituras que unem chegam às bibliotecas do agrupamento
sábado, 5 de março de 2016
Ciência em Linha em Espinho
quarta-feira, 13 de maio de 2015
Aluna do AE Pe. Benjamim Salgado distinguida no Concurso Literário da Maia
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| Sofia Cortinhas - 10º ano |
terça-feira, 10 de março de 2015
"Ciência em Linha" em destaque na página RBE
quinta-feira, 19 de junho de 2014
terça-feira, 4 de fevereiro de 2014
Os alunos já requisitam e utilizam o IPAD na biblioteca escolar
sexta-feira, 20 de setembro de 2013
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013
Os tablets na educação - formação
quinta-feira, 26 de abril de 2012
Projeto da BE vence concurso Ideias com Mérito
A RBE apoia este projeto com uma verba de 3.200,00€ distribuídos da seguinte forma: 2.000,00€ para mobiliário e equipamento, 1.000,00€ para fundo documental e 200€ para consumíveis.
A BE A Casa de Camilo vê, assim, o seu trabalho reconhecido externamente.
Resta-nos agradecer a todos aqueles que contribuíram para este feito: equipa da BE, direção da ESPBS, professores, alunos e assistentes operacionais.
terça-feira, 5 de abril de 2011
Visita à Biblioteca Municipal Camilo Castelo Branco
- "A ida à biblioteca foi divertida e cultural"
- " A biblioteca não se limita àquele edifício, tem vários póços. Não sabia!"
- "Apesar de já ter ido à Biblioteca Municipal várias vezes, esta vez foi única".
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Descrição - Projecto Leitores Activos
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Projecto Leitores Activos - Principezinho
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Provérbios e Adivinhas - 7ºF
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Anti-Monumento à Guerra em Famalicão
A iniciativa surge no âmbito da campanha da Amnistia Internacional que visa “Controlar as Armas” e representa o culminar de um projecto que começou no ano passado, com o nome “A Guerra não é um Brinquedo”. Na altura, foi pedido às crianças de todo o país que entregassem brinquedos de cariz bélico para que fossem transformados numa escultura. O objectivo era alertar miúdos e graúdos para o perigo das armas.
O Anti-Monumento à guerra encontra-se no Parque da Juventude da cidade de Famalicão e foi elaborado pelos artistas plásticos Alexandre Costa e Jorge Fernando dos Santos. A acção é o resultado de uma campanha lançada junto das crianças e jovens das escolas do concelho. Ao todo, a campanha envolveu mais de quatro mil crianças na recolha e destruição de brinquedos bélicos. Os alunos do 7º ano da nossa escola também participaram neste projecto que foi dinamizado pelos seus directores de turma, pela coordenadora dos directores de turma do 3º Ciclo e pela Biblioteca Escolar com a orientação da professora Arminda Ferreira.
Na quinta-feira, as crianças participaram na iniciativa "War Toy On My War: The story of an anti-monument", com sessões onde foram exploradas metodologias artísticas de desmontagem e destruição de brinquedos de guerra. E participaram na degustação de um brinquedo bélico em versão "doce", após o que, um cilindro de quatro toneladas passou por cima das centenas de brinquedos de guerra.
A iniciativa enquadrou-se na comemoração dos 50 anos da Declaração dos Direitos da Criança e dos 20 anos da Convenção sobre os Direitos da Criança.
segunda-feira, 22 de março de 2010
Projecto - A Guerra não é um Brinquedo - Depoimentos
- Com umas simples imagens, textos e músicas sobre raptos, violações, exploração infantil fome e muita miséria que há no mundo isto fez-me parar para pensar! Obrigada por me alertarem sobre estes assuntos! (Bruno Ferreira – 7º D)
- O que vimos e ouvimos tocou-nos… fez-me pensar que muitas vezes nós lamentamo-nos e não temos razão para tal. Que muitas vezes o que para nós “não presta”, é lixo, para outras pessoas é um bem precioso. (Joana Araújo – 7º D)
- A aula foi interessante mas muito triste… há muita pobreza no mundo, muita guerra… é necessário ajudar muito… (Maria Inês – 7º D)
- Os que começam a guerra deviam ser presos… STOP À GUERRA! (João Rafael – 7º D)
- Vimos imagens um pouco chocantes que me fizeram pensar… temos tudo e não nos comportamos e contentamos com o que temos… ao ver que aquelas crianças não têm nada e passam fome, fez-me pensar que temos muita sorte! (Cláudia Sá – 7º D)
- A guerra não tem nada a ver com um brinquedo porque as finalidades são diferentes…a guerra destrói, traz infelicidade, morte, lágrimas, dor… o brinquedo traz felicidade, alegria, sorrisos e conhecimentos… Não aos brinquedos bélicos! (João Dias – 7º D)

- Não há muitas palavras para o que vi… as imagens foram chocantes e marcaram-me o coração… Nós queixamo-nos da nossa vida, mas aquelas crianças têm muito mais que se queixar. (Andreia Pereira – 7º D)
- Aquilo que vi foi suficientemente forte. Foram imagens que… Talvez já as tivesse visto muitas vezes, mas não daquela forma! Tocaram-me imenso e hoje, sempre que me queixo de alguma coisa, lembro-me da cara daquelas crianças e das palavras que ouvi…aperta-me logo o coração! (Ana Oliveira – 7º D)
- Não imaginava a vida daquelas crianças, que não sabem o “Como?” nem o “Porquê?” de estarem e serem assim… eu só sei que tive muita sorte em ter nascido num hospital, ter sido criado numa casa e ter família… Tenho a certeza que se acabassem com a guerra, todas as crianças que estão a sofrer seriam felizes. (Carlos – 7º D)
- Este tema sensibilizou-me muito. Confesso que quando vi e ouvi os vídeos e as músicas as lágrimas vieram-se aos olhos! (Joana Oliveira _ 7º D)
- Quando vi o que vi naquela aula, pensava que só eu tinha problemas… (João Azevedo - 7ºº D)
- Em alguns países do continente africano e asiático as crianças são escravizadas, violadas, educadas de maneiras terríveis e obrigadas a matar e a violar, sem terem a mínima noção do que estão a fazer. Desde muito pequenas são obrigadas a trabalhar muitas horas por dia. Não têm direito a dizer que não … são tratadas das piores maneiras possíveis… passam fome, frio, são escravizadas, não vão ao médico… Nós temos tudo, temos comida e muitas vezes reclamamos dela porque simplesmente “não gostamos” e, eles querem comer, e não têm… Nós temos cama e os nossos pais dizem para irmos dormir e nós reclamamos “não está na hora!”…Nós temos roupa e calçado de marca e eles não têm nem roupa, nem calçado… Eles não têm nada, nem mesmo direito à vida! (Juliana Sousa – 7º C)
- Durante a palestra sobre as “crianças soldado”, projecto da Amnistia Internacional dos Direitos das Crianças, havia imagens que me chocaram, pois não sabia que existia tanta pobreza, fome, miséria no mundo… crianças que vão para a guerra muito novinhas e que são obrigadas a matar para não serem mortas… crianças que carregam lixo para vender, para comprarem alimentos… (Rui Rocha – 7º C)
- Saímos da secção com a Dr.ª Vitória com a vontade de mudar a miséria que há em todo o mundo. Ajudem! (Rui Machado – 7º C)
- Ao assistirmos ao que vimos na aula de Formação Cívica, orientada pela Drª Vitória, que nos mostrou a realidade que existe no mundo, ficamos a pensar! Os vídeos fizeram-nos pensar nas birras que às vezes fazemos na escolha das marcas de roupa ou calçado e uma grande parte de crianças do mundo não tem nem roupa nem calçado… algumas utilizam garrafas de plástico nos pés a fazer de chinelos para não andarem com os pés no chão. Os mais sensíveis até choraram! (Ana Raquel e Ana Filipa – 7º C)
- Saímos da secção com a Dr.ª Vitória com a vontade de mudar a miséria que há em todo o mundo. Ajudem! (Rui Machado – 7º C)
A Professora Arminda Ferreira
Projecto - A Guerra não é um Brinquedo
Ajude-nos a construir uma escultura pela Paz!No âmbito do Projecto Educação para os Direitos Humanos – A Guerra não é um Brinquedo – a Biblioteca A Casa Camilo Castelo Branco, convidou a responsável pelo Núcleo de Crianças da Amnistia Internacional, do Departamento de Educação e Culturas da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Vitória Triães, para realizar algumas palestras sobre a temática em questão.
Assim, os alunos das turmas do 7º ano de escolaridade, na área disciplinar não curricular de Formação Cívica, tiveram a oportunidade de ter uma aula diferente do habitual, tal como os alunos da turma do 11º H, do Curso de Animador Sociocultural, no âmbito da disciplina de Área de Integração (Módulo 3 - Tema-Problema 9.1 – Os fins e os meios: que Ética para a vida humana?). Aproveitando a presença da representante na escola, estes alunos puderam aprofundar os conteúdos relacionados com os modelos sociais coexistentes na sociedade contemporânea e conhecer outras realidades existentes no mundo.
Conduzindo os alunos à reflexão, quer no plano intelectual, social, cultural, afectivo e ético, quer alertando para o fortalecimento da democracia e da cidadania, Vitória Triães partiu das práticas diárias dos alunos e alertou-os e deu-lhes a conhecer o papel da educação para os direitos humanos, da solidariedade para com os outros, da partilha, da igualdade na diferença e da liberdade e preveniu-os do perigo que é as crianças brincarem com brinquedos bélicos enquanto jovens, uma vez que mais tarde se tornaram em adultos agressivos.
Deixou depoimentos relevantes através de um conjunto de recursos (textos e imagens) que testemunharam acontecimentos reais, a nível mundial, de violação dos Direitos Humanos, constituindo um contributo importante e essencial para a prevenção das violações desses direitos e, um investimento importante, que visa a construção de uma sociedade justa na qual todos os indivíduos são considerados e respeitados.
Narrando algumas histórias vivenciadas por crianças que foram raptadas das suas famílias, maltratadas, violadas e que lutaram como soldados, como se de adultos se tratassem, com apenas 10, 11, 12, 13… anos de idade na República Democrática do Congo, Libéria, Serra Leoa, Iraque, entre outros países, os nossos alunos ficaram comovidos com os actos de violência existentes no mundo e puderam confrontar com a realidade do país onde vivem, onde têm acesso à escola, a brinquedos, à paz….
Mostrando algumas imagens/fotografias/vídeos, onde são visíveis crianças e adolescentes malnutridas e afectadas física e psicologicamente, Vitória Triães consciencializou os nossos alunos, através da reflexão, do papel que os brinquedos bélicos desempenham no desenvolvimento do crescimento da criança e na construção da sua personalidade e, como tal, alertou-os para a não-violência na escola (bullying), para uma alimentação variada e para a necessidade dos alunos estudarem e serem pessoas educadas.
A Professora Arminda Ferreira
segunda-feira, 15 de março de 2010
9ºC e o encontro com a escritora Sandra Ferreira
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
O Adjectivo e os Afectos
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