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terça-feira, 11 de setembro de 2012

Mudança de título do blogue

AVISO

O blogue A Casa de Camilo (até agora representante da biblioteca com o mesmo nome) passou a designar-se como Leituras em Movimento ( pois passa a representar todas as bibliotecas escolares do Agrupamento de Escolas de Padre Benjamim Salgado).
A razão desta mudança prende-se com a agregação da Escola Secundária Padre Benjamim Salgado e do Agrupamento de Escolas EB2,3 Bernardino Machado.

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

A BE na rota do currículo



A equipa da biblioteca escolar apresentou, hoje, a oficina de trabalho "A biblioteca na rota do currículo" na escola sede do Agrupamento de Escolas de Padre Benjamim Salgado no âmbito do seminário "Da Gestão do Currículo às Aprendizagens Colaborativas".
Foi uma oportunidade de mostrar a importância da BE na aprendizagem dos nossos alunos.

domingo, 23 de outubro de 2011

Dia Internacional da Biblioteca Escolar - 2011


No dia 24 de Outubro de 2011, segunda-feira, as bibliotecas escolares de todo o mundo vão comemorar o Dia Internacional da Biblioteca Escolar, que foi proclamado pela primeira vez pela Drª  Blanche Wools, então Presidente da International Association of School Librarianship (IASL), em 1999, e confirmado pelo actual Presidente da IASL, Peter Genco, em 2005. Este dia tem o apoio de numerosas associações internacionais e nacionais, relacionadas com as bibliotecas escolares, tais como a IFLA, Federação Internacional de Associações e Instituições de Bibliotecas, a BAD, Associação Portuguesa de Bibliotecários Arquivistas e Documentalistas, a CASL, Associação Canadiana de Bibliotecas Escolares, a SLA, Associação de Bibliotecas Escolares (Reino Unido e Irlanda), entre outras. O objectivo deste dia especial é a celebração das bibliotecas escolares e a valorização da importância dos programas de bibliotecas escolares na educação das crianças e dos jovens. 



O Dia Internacional da Biblioteca Escolar é celebrado todos os anos no 4ª segunda-feira de Outubro. Foi comemorado pela primeira vez a 18 de Outubro de 1999. Este ano, o Dia Internacional da Biblioteca Escolar, a 24 de Outubrotem como tema “Biblioteca escolar. Saber. Um poder para a Vida”.
A Biblioteca Escolar é assim, nos dias de hoje, muito mais do que um mero depósito de livros, é a possibilidade de aprender de uma forma diferente, é um poder para a vida.


domingo, 2 de outubro de 2011

Outubro - Mês Internacional da Biblioteca Escolar



Biblioteca Escolar. Saber. Um poder para a vida é o lema sob o qual decorrerá a celebração, em Portugal, do mês internacional da biblioteca escolar, correspondendo ao tema definido pelo ASLSchool Libraries Empower Learners for Life.

terça-feira, 10 de maio de 2011

Novo Portal RBE


Abriu hoje,10 de Maio, com uma nova imagem e novas funcionalidades, o Portal RBE. Pode visitá-lo e explorá-lo aqui.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

A Caminho da Biblioteca 2.0

O termo Biblioteca 2.0 foi criado por Michael Casey em 2005 e em 2006 Maness aponta quatro características que definem este conceito de biblioteca: centrada no utilizador. O utilizador participa na criação de conteúdos e serviços disponibilizados na Web pela biblioteca; disponibiliza uma experiência multimédia. Tanto as colecções como os serviços da biblioteca 2.0 contêm componentes, vídeo, áudio, realidade virtual; socialmente rica. Interage com os utilizadores quer de forma síncrona (por ex. IM – mensagens instantâneas) quer de forma assíncrona (por ex. wikis); inovadora ao serviço da comunidade. Procura constantemente a inovação e acompanha as mudanças que ocorrem na comunidade, adaptando os seus serviços para permitir aos utilizadores procurar, encontrar e utilizar a informação.

A biblioteca 2.0 resulta da conjugação de três factores interligados entre si, e que estão na origem da noção de Web 2.0: ferramentas, conteúdo social e atitudes.
Quanto às ferramentas, destacamos:
• o blogue é uma ferramenta excelente para as bibliotecas escolares: permitem dar forma a uma espécie de diário da biblioteca, registando as actividades desenvolvidas ou a desenvolver, divulgando novidades, lançando desafios, e proporciona alguma interacção com os utilizadores, quer assíncrona, por exemplo através dos comentários, quer síncrona, mediante aplicativos de mensagens instantâneas;
• o wiki permite criar, editar, apagar ou modificar o conteúdo de uma página web, de uma forma interactiva, fácil e rápida. As BE podem desenvolver projectos de dinamização da leitura recreativa e da escrita, promover o ensino de literacia da informação ou estabelecer outras formas de interacção com os seus utilizadores;
• RSS - Agregação de conteúdos permite a agregação de notícias ou outras informações/conteúdos contidas em páginas Web. O RSS pode também ser usado na página ou no blogue da biblioteca para disponibilizar fontes de informação externas ou para receber actualizações de outras bibliotecas, outras escolas e instituições. Esta tecnologia permite igualmente distribuir conteúdos audiovisuais e multimédia, mediante podcasting ou videocasting.
• Redes sociais virtuais. O objectivo de uma rede social virtual é permitir ao utilizador expressar-se de um modo pessoal e contactar com outros indivíduos que partilhem interesses semelhantes. Assim, os sítios Web destinados à interacção social virtual estão especificamente desenhados para os utilizadores partilharem informações acerca de si e convidam, na sua grande maioria, ao envolvimento de terceiros, através da possibilidade de comentar os diversos elementos colocados nessa página pessoal. As mais populares: Mysapce, o Facebook, o Orkut, o Twitter, etc.
A utilização de redes sociais na biblioteca permite fazer a prevenção de alguns perigos, promovendo uma utilização responsável e segura das redes sociais, sobretudo entre os mais jovens e permite a promoção da literacia da informação, não podemos ignorar aquele que é hoje um dos mais fortes canais de comunicação dos jovens e onde eles obtêm e partilham informação de todo o tipo. As redes sociais permitem à biblioteca chegar onde estão os utilizadores, estabelecendo uma relação mais próxima com eles, ao propiciarem a comunicação em ambas direcções, dando assim a possibilidade de os alunos comunicarem connosco e permitindo que estejam mais predispostos a «ouvir-nos» num ambiente que é do seu agrado. As redes sociais facilitam a dinamização de actividades e a oferta de conteúdos em diferentes formatos (imagens, vídeos, texto, etc.), além de proporcionarem uma maior visibilidade da biblioteca na Web (chegando provavelmente a novos utilizadores), constituindo uma excelente ferramenta de marketing.
Relativamente ao conteúdo social, a biblioteca 2.0 oferece aos utilizadores participação em vez de somente informação. Esta participação pode ser feita de uma forma muito variada, e o envolvimento dos utilizadores permite colocar a inteligência colectiva ao serviço da biblioteca. Serviços de atendimento on-line, catálogos personalizados pelo utilizador, a possibilidade de comentar e avaliar o catálogo e os serviços, a etiquetagem de recursos feita pelos utilizadores (socialização da indexação). Ao implicar o utilizador, a biblioteca abre-se à comunidade e torna mais fácil a sua adaptação às necessidades do seu público. São já muitos os serviços Web 2.0 concebidos especificamente para bibliotecas, de que podemos destacar, no âmbito da catalogação social, por exemplo, o LibraryThing e o Shelfari, no âmbito dos gestores sociais de referências bibliográficas o Citeulike e o Connotea, e no Opac social o Primo e o Encore.
Quanto às atitudes, a Web 2.0, mais do que um serviço, é uma questão de atitude, que se traduz, para as bibliotecas, num novo posicionamento: estar onde estão os utilizadores, aproveitar a inteligência colectiva, abrir-se à contribuição dos utilizadores. Esta mudança de atitude significa também que os serviços de biblioteca terão de mudar, centrando-se mais na facilitação da transferência da informação e na literacia da informação do que em fornecer acesso controlado aos recursos.
Assim, o verdadeiro desafio será o de deixar de ver as bibliotecas como centros de disponibilização de recursos e torná-las verdadeiros centros de conhecimento, ao serviço da aprendizagem e do currículo e à biblioteca escolar cabe uma tarefa determinante: incentivar e acompanhar/apoiar a escola na mudança. Necessária, mas sempre tão difícil!

P.S: A BE A Casa de Camilo utiliza já várias ferramentas da Web 2.0, a saber: blogue, facebook, twitter, delicious, diggo, slideshare, slide, catálogo em linha, youtube, calaméo, issu, etc.

António Pires
Coordenador da Biblioteca Escolar A Casa de Camilo

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

quinta-feira, 3 de junho de 2010

João Aguiar 1943-2010


João Aguiar nasceu em Lisboa em 1943, sendo licenciado em Jornalismo pela Universidade Livre de Bruxelas.
A sua carreira literária tem início em 1984, com a publicação daquele que é ainda hoje um dos seus romances emblemáticos: A Voz dos Deuses. Publicou ao todo quinze romances, dois livros de contos, uma obra de não-ficção (Lapedo-Uma Criança no Vale) e três séries juvenis: O Bando dos Quatro, Pedro & Companhia e Sebastião e Os Mundos Secretos.
Parte da sua obra está traduzida em Espanha, França, Itália, Alemanha e Bulgária.
Fonte: Wook
A BE A Casa de Camilo agradece o contributo que este escritor deu à Literatura Portuguesa e tivemos a felicidade de conviver, com este ilustre contador de estórias, durante uma manhã. Paz e tranquilidade à sua alma... Continuarás a caminhar ao nosso lado...

sábado, 13 de fevereiro de 2010

Selecção de informação da Internet

O blogue Biblioteca da Benjamim disponibliza aos seus utilizadores um novo serviço: informação seleccionada da internet, organizada por disciplinas. Assim, quando entrarem no blogue encontram o acesso a esse serviço no canto superior direito ou aqui . Depois de entrarem no sítio só precisam de seleccionar a disciplina que procuram (do lado direito da página).

A equipa da BE agradece sugestões.

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Catálogo online é o quinto mais pesquisado na RBE

O catálogo de uma biblioteca é um instrumento essencial na gestão do fundo documental, na gestão dos próprios utilizadores e, essencialmente, na óptica de quem o consulta. Sem ele os alunos, mesmo numa biblioteca de acesso livre, organizada tematicamente, correm o risco de ignorarem uma parte considerável dos títulos que ela dispõe, ficarem sujeitos à bibliografia sumária indicada pelos professores ou à opinião dos elementos da equipa da biblioteca (professores e funcionários).
De facto o catálogo permite encontrar, identificar e seleccionar um determinado recurso ou conjunto de recursos bibliográficos numa colecção como resultado de uma pesquisa e possibilitar o acesso a um recurso através da sua descrição, etc.
Os 12 catálogos das Bibliotecas Escolares mais pesquisados:

Escola EB 2,3 de Santa Iria (Tomar)
Escola Secundária Quinta do Marquês (Oeiras)
Escola Secundária Jacome Ratton (Tomar)
Escola EB 2,3 Dr. Pedrosa Veríssimo (Figueira da Foz)
Escola Secundária Padre Benjamim Salgado (Vila Nova de Famalicão)
Escola Secundária/2,3 Dr. João Rocha - Pai (Vagos)
Escola Secundária de Serpa (Serpa)
Escola Secundária Braamcamp Freire (Odivelas)
Escola Secundária Manuel Teixeira Gomes (Portimão)
Escola Básica Integrada Quinta do Conde (Sesimbra)
Agrupamento de Escolas Dr. Daniel de Matos (Vila Nova de Poiares)
O catálogo em linha está disponível, é preciso tirar partido dele. A catalogação não é um fim em si mesmo, mas uma ferramenta para aceder à informação que se encontra, por enquanto, nas prateleiras das nossas bibliotecas.
Para saber mais consultar a Newsletter 04: http://www.rbe.min-edu.pt/np4/445.html

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

A caminho da biblioteca 2.0

A nossa biblioteca a caminho da biblioteca 2.0

A biblioteca 2.0 será aquela que aplicará os princípios e as ferramentas da Web 2.0 aos seus produtos e serviços. Não esquecer que na base da Web 2.0 está a participação dos utilizadores, estes acrescentam valor à rede, o serviço melhorará com a participação alargada de utilizadores e qualquer utilizador pode criar conteúdos e avaliar os que encontra.
À biblioteca escolar caberá a tarefa de preparar os seus utilizadores para as literacias necessárias ao acesso e uso da informação em ambientes digitais. Literacias de natureza operacional, mas também e acima de tudo crítica.
Para Maness a biblioteca 2.0 assenta em quatro pilares fundamentais: i) é centrada no utilizador - o utilizador participa na criação de conteúdos e serviços disponibilizados na Web pela biblioteca; ii) disponibiliza uma experiência multimédia – tanto as colecções como os serviços da biblioteca 2.0 contêm componentes vídeo, áudio e realidade virtual; iii) socialmente rica – interage com os utilizadores quer de forma síncrona (mensagens instantâneas) quer de forma assíncrona; iv) inovadora ao serviço da comunidade – procura constantemente a inovação e acompanha as mudanças que ocorrem na comunidade, adoptando os seus serviços para permitir aos utilizadores procurar, encontrar e utilizar a informação.
A nova biblioteca tem de visar a cooperação para tornar o acesso cada vez mais aberto e levado aos locais mais distantes, tendo como base o uso de novas tecnologias operacionalizadas pelo homem. Assim, a biblioteca deixará de se centrar sobre si mesma e passará a ser gestora da informação. Usará novas tecnologias informáticas permitindo, desta forma, o acesso à informação fora das suas quatro paredes. A biblioteca integrará uma rede de bibliotecas em rede para todos os tipos de fontes e será uma distribuidora de informação.
O papel do bibliotecário passará por orientar o utilizador facilitando-lhe o acesso à informação.


O que acontece na nossa biblioteca?

Na BE/CRE – A Casa de Camilo – estamos a lançar as raízes para a construção da biblioteca 2.0- Nesse sentido, no ano lectivo anterior, lançámos o blogue da biblioteca: http://casabiblo.blogspot.com/. Este blogue tem sido uma mais-valia na relação biblioteca/utilizadores e tem permitido a publicação. Procurámos implicar os utilizadores no funcionamento da BE. Colocámos no próprio blogue um chat que permite a conversa com os nossos utilizadores e recolher a partir daí dados que nos permitam melhorar os nossos serviços.
A biblioteca tem o seu fundo documental informatizado, que em breve estará disponível, a partir do blogue, para consulta externa. Também aguardamos a construção do catálogo colectivo da biblioteca municipal para aí alojarem o nosso fundo documental e permitir desta forma a sua consulta a novos utilizadores.
Estamos, assim, a oferecer novos serviços a novos utilizadores e procuramos cada vez mais implicá-los na interacção com a biblioteca.

O que pretendemos?

A nova biblioteca 2.0 exige uma mudança de práticas, pois aqui procura-se a participação dos utilizadores na produção dos conteúdos e conhecimento. Assim, os utilizadores são convidados a produzir conteúdos e a colocá-los, sob a forma de Slide shares, vídeos, podcast, no blogue da biblioteca.
Esta biblioteca pretende conquistar professores e alunos para esta nova concepção de biblioteca em que eles contam e importam.
À nova biblioteca escolar cabe uma enorme tarefa: a de preparar os seus públicos para as literacias necessárias ao acesso e uso da informação em ambientes digitais.
Para chegar à biblioteca 2.0 é necessário ter presente: a) a necessária infra-estrutura tecnológica e em termos de recursos humanos qualificados; b) a complexidade do acto de gestão e das competências do professor bibliotecário, que exigem agora a definição de políticas e a criação de novas ferramentas/ novos ambientes de disponibilização da informação e de contacto com os utilizadores; c) o alargamento da colecção a novos formatos e a transformação da BE num ponto de acesso a documentos fora de portas.
Em suma, à biblioteca escolar cabe uma tarefa gigantesca: incentivar e acompanhar/ apoiar a escola na mudança. Esta mudança é necessária, contudo nem sempre é fácil.
Terminamos com duas afirmações que definirão a biblioteca 2.0: a) a biblioteca 2.0 é uma comunidade virtual centrada no utilizador; b) a biblioteca 2.0 é aquela que convida os seus utilizadores a entrar nela.

Reflexão produzida no âmbito da acção de formação: Formação de E – Formadores Colaboradores em Bibliotecas Escolares.

António Pires (Coordenador da BE/CRE – A Casa de Camilo )