quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Novidades saramaguianas

A Caminho e a Fundação José Saramago vão lançar no dia 25 "O Caderno de José Saramago", que reúne os textos que o romancista vem publicando no seu blogue. A sessão será no Hotel Tiara Park (ex-Meridien), em Lisboa, onde o Prémio Nobel da Literatura irá conversar com Isabel Coutinho, jornalista do PÚBLICO e autora da rubrica Ciberescritas, e com o poeta e crítico José Mário Silva, um dos pioneiros da blogosfera portuguesa.

O lançamento será ainda transmitido "on-line" através do portal sapo.pt -http://videos.sapo.pt/saramago -, o que permitirá aos internautas colocar directamente questões ao romancista.

A propósito da saída deste novo livro - que em Itália teve de mudar de editora, depois de a Einaudi, hoje nas mãos de Berlusconi, se ter recusado a publicá-lo -, a BBC preparou uma reportagem com o escritor português, na qual Saramago afirma depositar esperanças em Barack Obama e, o que é mais surpreendente, denuncia "tendências perigosas para o totalitarismo" no Presidente venezuelano, Hugo Chávez.

Explicando que sempre foi pessimista e que hoje o é ainda mais, Saramago afirma: "Nada está a melhorar; até a democracia britânica, que parecia intocável, tem agora ministros que cobram despesas feitas com a alimentação dos seus cães."

O escritor adiantou também ao entrevistador da BBC, Alfonso Daniels, que tem já pronto um novo livro, do qual só adianta que terá 200 páginas e que incluirá "uma surpresa".

Numa conversa em que evocou ainda a sua infância em meios rurais muito pobres, Saramago sublinha que continua a considerar-se um comunista. "Sou um comunista hormonal, o meu corpo contém hormonas que me fazem crescer a barba e outras que me fazem ser comunista."

Fonte: Ípsilon

terça-feira, 4 de agosto de 2009

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Livro do mês - A Ilha das Trevas



Título: A Ilha das Trevas

Autor: José Rodrigues dos Santos

Edição/reimpressão: 2007

Páginas: 356

Editor: Gradiva Publicações




Sinopse

Paulino da Conceição é um timorense com um terrível segredo. Assistiu, juntamente com a família, à saída dos portugueses de Timor-Leste e a todos os acontecimentos que se seguiram, tornando-se um mero peão nas circunstâncias que mediaram a invasão indonésia de 1975 e o referendo de 1999 que deu a independência ao país.
Só há uma pessoa a quem Paulino pode confessar o seu segredo - mas terá coragem para o fazer?

A vida e tragédia de uma família timorense serve de ponto de partida para aquele que é o romance de estreia de José Rodrigues dos Santos, precursor de grandes êxitos como A Filha do Capitão, O Codex 632 e A Fórmula de Deus.

Um romance pungente onde a ficção se mistura com o real para expor, num ritmo dramático, poderoso e intenso, a trágica verdade que só a criação literária, quando aliada à narrativa histórica, consegue revelar.
Opinião:

Encontrámos nesta obra os principais momentos da instabilidade política vivida na ex-colónia portuguesa. Desde a insegurança interna inicial até à independência oficial do país, passando pela catastrófica invasão indonésia. Deparámo-nos com a realidade dramática vivida por um povo que foi, literalmente, chacinado com uma brutalidade animal e odiosa. Descobri muitos dos factos que culminaram na independência de Timor-Leste e, por isso, este livro surpreendeu-me e tocou-me.
A história é comovente, intensa e dilacerante e é contada com precisão e sem melodrama. Obrigou-me a parar para pensar no quão abominável e horrenda consegue ser a espécie humana, capaz de realizar males típicos dos animais selvagens.
É uma óptima criação literária, pois consegue aliar realidade e ficção na perfeição, captando a atenção e emoção do leitor, levando-o a reflectir. A narração é simples e directa e adapta-se muito bem ao conteúdo, fomentando a análise e crítica dos acontecimentos narrados.
Assim, A Ilha das Trevas é uma obra bem diferente da conhecida ficção do autor, essencialmente pelos acontecimentos históricos narrados. Vale a pena lê-la, pois o leitor dificilmente ficará indiferente aos acontecimentos contados numa linguagem jornalística.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Voto de Louvor à Equipa da BE

"O Departamento de Ciências Exactas propõe um voto de louvor a ser atribuído à equipa dinamizadora da Biblioteca pelo trabalho desenvolvido ao longo destes anos, pelo dinamismo, actualização e atendimento personalizado".
Este voto de louvor foi aprovado pelos conselheiros presentes no Conselho Pedagógico da Escola Secundária Padre Benjamim Salgado, no dia 1 de Julho de 2009.
A Equipa Educativa da BE/CRE - A Casa de Camilo - agradece este voto e promete trabalhar cada vez mais e melhor e com todos os seus utilizadores e ilustra o seu pensamento com esta frase de Rubem Alves: " Nunca os bons tachos, por si só, fizeram bons cozinhados”.

domingo, 28 de junho de 2009

Bibliotecas Escolares estão vivas

O Fórum RBE foi um sucesso e isto fica a dever-se ao trabalho dos imensos profissionais que, ao longo de treze anos, deram o seu melhor para que este dia fosse uma realidade. Fui um dos privilegiados deste momento único nesta caminhada. Passemos em revista o dia do Fórum:

Dia: 26 de Junho

Local: FIL - Parque das Nações - Lisboa

Participantes: Cerca de 1.500 - todos aqueles que trabalham directa ou indirectamente com as BE's


Primeiro momento: A Drª Teresa Calçada, a arquitecta RBE, abriu o Fórum fazendo uma retrospectiva dos treze anos de vida. A seguir fala um dos fundadores deste programa Marçal Grilo, ministro em 1996. Depois a actual Ministra da Educação fez um discurso de circunstância.


Segundo momento: Uma mesa redonda sobre o presente e o futuro das bibliotecas escolares, incluindo cinco vozes ligadas ao projecto: Carlos Pinheiro, professor coordenador de uma biblioteca escolar em Sintra; Elsa Conde, coordenadora interconcelhia vinda do Sul; Vera Silva, bibliotecária municipal do Seixal; Manuela Barreto Nunes, professora universitária e investigadora, vinda do Norte; e Ana Bela Martins, membro do Gabinete Coordenador da Rede.


Terceiro momento: O almoço permitiu retemperar as energias necessárias e o convivio e troca de ideias entre os participantes.


Quarto momento: António Firmino da Costa (professor do ISCTE, especialista em avaliação)apresentou as conclusões da avaliação externa sobre o programa da RBE. Fez, num trabalho apurado, a avaliação do programa e mostrou que vale a pena continuar atrabalhar e definiu 2009 como o início de uma nova fase para a Rede, para o papel essencial nas aprendizagens das bibliotecas escolares e dos seus profissionais.

Destacou três factores do sucesso da RBE:


1. a visão de 1996, que mantém actualidade;

2. a liderança, incluindo a acção determinante de Teresa Calçada ao longo dos 13 anos;

3. o suporte político-insititucional, indispensável, incluindo investimento financeiro (40 milhões de Euros em 13 anos).


José Luís Ramos, professor da Universidade de Évora, falou-nos sobre o Plano Tecnológico da Educação.

Isabel Alçada, Comissária do Plano Nacional de Leitura (PNL), e que coordenou o grupo que produziu em 1996 um Relatório oficial com recomendações para a criação do Programa. A escritora centrou o seu discurso focalizando a grande obreira do programa Teresa Calçada.


Quinto Momento: assistimos uma comunicação de grande interesse sobre As práticas de leitura dos nativos digitais, por Daniel Cassany, da Universidade Pompeu Fabra, em Barcelona.


Sexto momento: a música encerrou em beleza este dia que eternizará as nossas memórias e os responsáveis foram as vozes e os instrumentos do Coro da Universidade de Lisboa.


Ecos do evento:

domingo, 21 de junho de 2009

XII - Feira do Livro




A nossa XII Feira do Livro decorreu entre o dia 1 e o dia 5 de Junho. Esta feira contou com a presença dos alunos do primeiro ciclo do Centro Social e Paroquial de Joane, EB1 de Mato da Senra, EB1 Avenida que assistiram à Hora do Conto, apresentada pelos alunos do 10ºH, 11ºH, 12º J e 12ºK do Curso Animador Sociocultural.
Os alunos do oitavo ano tiveram a oportunidade de conversar com a jovem escritora Teresa Silva a propósito da publicação do livro Magia Louca.
A feira também esteve aberta para os formandos do ensino nocturno, estes visitaram a feira e assistiram a pequenas dramatizações da responsabilidade dos colegas da turma EFA de Animação Sociocultural.
A feira permitiu, ainda, o contacto com o livro e a leitura. Esta iniciativa cumpriu, assim, o seu grande objectivo: promover o livro e a leitura.

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Educação Tecnológica


Trabalhos realizados pelos alunos, ao longo do ano lectivo 2008/2009, na disciplina de Educação Tecnológica, estes visam dar cumprimento ao programa, desenvolver o exercício da liberdade criativa, incorporando os saberes técnicos e tecnológicos.
Nos sétimos anos de escolaridade, abordaram as Áreas da Segurança e Higiene no Trabalho e a Reutilização de Materiais.
Nos oitavos anos de escolaridade desenvolveram os conteúdos sobre a Medição e o Objecto Técnico.
Os nonos anos de escolaridade trataram a Energia, a Tecnologia Cerâmica e a Embalagem.

Trabalhos realizados no Clube dos Rs e Artes Decorativas, visam sensibilizar os alunos para a importância da protecção do ambiente, reutilização dos materiais e ocupação de forma criativa e responsável os tempos livres dos alunos.

Dia da Energia



Os alunos e professores ligados à Área de Projecto de Física apresentaram os trabalhos realizados ao longo do ano na biblioteca.

quinta-feira, 28 de maio de 2009

XII Feira do Livro


De 1 a 5 de Junho decorrerá na nossa biblioteca a XII Feira do Livro. Esta feira contará com a presença dos alunos do primeiro ciclo que assistirão à Hora do Conto, apresentada pelos alunos do Curso Animador Sócio-Cultural.
Os alunos do oitavo ano terão a oportunidade de conversar com a jovem escritora Teresa Silva a propósito da publicação do livro Magia Louca.
A feira também estará aberta para os formandos do ensino nocturno, estes visitarão a feira e assistirão a pequenas dramatizações da responsabilidade dos colegas da turma EFA de Animação Sócio-cultural.
Recordamos que na aquisição de qualquer livro terão um desconto de 20%.

quinta-feira, 21 de maio de 2009

John Boyne - Autor do mês


John Boyne nasceu a 30 de Abril de 1971 e é um romancista Alemão.

Ensinou língua inglesa no Trinity College, e Literatura Criativa na Universidade de East Anglia, onde foi condecorado com o prémio Curtis Brown. Já escreveu seis romances, assim como uma quantidade de contos que foram publicados em várias antologias e transmitidos na rádio e televisão. Os seus romances foram publicadas em 29 idiomas. O Rapaz de Pijama às Riscas é o "mais vendido" em Nova York e uma adaptação para o cinema foi feita em 2007. Boyne reside em Dublim.
O romance mais conhecido do escritor, entre nós, é:



quarta-feira, 20 de maio de 2009

Dia da Europa - Exposição de Geografia


Na Biblioteca e no átrio do pavilhão B esteve patente uma exposição comemorativa do dia da Europa (dia 9 de Maio), entre os dia 11 e 15 de Maio. Foi constituída por trabalhos realizados por vários alunos da disciplina de Geografia. Estiveram presentes trabalhos em suporte digital, projectados num dos espaços da Biblioteca; maquetas de alguns edifícios emblemáticos de alguns países europeus, no átrio do pavilhão, exposição de rosas do vento, com a utilização de vários materiais e de vários tipos de mapas construídos pelos alunos .
Esta exposição retratou vários aspectos dos países da Europa, tais como a sua identidade, a sua localização, as principais actividades económicas, as suas relações com países de outros continentes, problemas ambientais e a importância da União Europeia no contexto europeu e mundial.

sábado, 16 de maio de 2009

Mágoas da Escola - Livro do mês


Título: Mágoas da Escola

Autor Daniel Pennac

Edição: 2009

Páginas: 256

Editor: Porto Editora

ISBN: 978-972-0-04501-0


Sinopse

Em Mágoas da Escola, Daniel Pennac aborda os problemas da escola e da educação desde um ponto de vista insólito - o ponto de vista do mau aluno. Pennac, que foi ele próprio um péssimo estudante, analisa a figura do cábula outorgando-lhe a nobreza que merece e restituindo-lhe a carga de angústia e dor que inevitavelmente o acompanha.Misturando recordações autobiográficas e reflexões acerca da pedagogia e das disfunções da instituição escolar, sobre a dor de ser um mau estudante e a sede de aprendizagem, sobre o sentimento de exclusão e o amor ao ensino, Daniel Pennac oferece-nos, com humor e ternura, uma brilhante e saborosa lição de inteligência.
Opinião de um leitor:

Em Mágoas da Escola encontrámos a “receita” ( se há receitas?) do bom e do mau aluno, os dilemas, as angústias e os sucessos de cada um dos implicados no processo ensino/aprendizagem.
Descobrimos, aqui, todas as mentiras que alimentam o dia-a-dia de uma escola.
Daniel Pennac fala da sua experiência como aluno e mais tarde como professor. Conta-nos a sua passagem de cábula a professor e de analfabeto a romancista.
Imaginem a única coisa interessante que fazia um aluno cábula: lia e lia sobretudo romances que não faziam parte do programa tinha “vocação de leitor clandestino” (pág. 84).
Fala-nos dos quatro professores que o salvaram de si mesmo: francês, matemática, história e filosofia.
Aponta o amor como o principal responsável pela sua transformação de cábula em estudante por inteiro.
Relata-nos histórias deliciosas/ reais de ex-alunos que vai encontrando ao longo da vida: o cozinheiro, o larápio, etc. Conta-nos o dia-a-dia das suas aulas e as estratégias adoptadas para cativar os seus alunos para a leitura.
Ao ler este livro descobri espelhada a realidade nua e crua da nossa escola… curioso. Destaco algumas afirmações: “Não aprenderam a portar-se bem no infantário”; “Que andaram eles a fazer na escola?”; “Alguém será capaz de me dizer o que andaram a aprender até ao nono ano?”; “Terminaram realmente o ensino secundário!”; “Expliquem-me o que andaram a fazer na universidade?” (pág.153) e “A escola já não é o que era – lamenta a família”.
Em suma, “é um livro único e irrepetível, que todos os pais e todos os professores não podem deixar de ler – e dar a ler”.
Coordenador da BE/CRE
Fonte: Wook
Nota: Já está disponível na biblioteca.

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Dia Internacional da Família - 15 de Maio

O dia 15 de Maio foi proclamado pela ONU como DIA INTERNACIONAL DA FAMÍLIA.
Sugere-se que os docentes convidem as famílias a comemorar o Dia Internacional da Família 2009 propondo às crianças e jovens que escolham um livro na biblioteca escolar, capaz de interessar um dos seus familiares. No Dia da Família poderão lê-lo em conjunto e conversar um pouco sobre o que o livro lhes trouxe de novo.

O PNL propõe às escolas que participem na comemoração do Dia Internacional da Família.

Ler mais em:

http://www.planonacionaldeleitura.gov.pt/index.php?s=textos&pid=2098&fpid=2682&tab1id=1487&tab2id=1515

terça-feira, 5 de maio de 2009

Amor em Lágrimas



Este vídeo foi realizado pelas alunas Ângela Saldanha e Daniela Faria do 12ºD para colocar no blogue Amor em Lágrimas no âmbito do concurso Inês de Castro promovido pelo PNL.

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Stephenie Meyer - Fala dos seus livros

Acaba de sair o DVD de "Crepúsculo", o filme que adapta o primeiro volume da saga Luz e Escuridão, em Junho chega às livrarias portuguesas "Amanhecer", o quarto volume da saga. A escritora norte-americana Stephenie Meyer deu uma entrevista ao Ípsilon por e-mail.

Stephenie Meyer tem 35 anos, cresceu em Phoenix, no Arizona e é considerada a nova J. K. Rowling. Doutorou-se em Literatura Inglesa na Brigham Young University em Provo, Utah, uma universidade que pertence à Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. Em Junho de 2003 sonhou com duas personagens - a humana Bella e o vampiro Edward - e transformou-os nos heróis da saga "Luz e Escuridão" que já vendeu 45 milhões de livros em todo o mundo e encanta adolescentes, principalmente raparigas: "Crepúsculo" ("Twilight", já adaptado ao cinema), "Lua Nova" ("New Moon"), "Eclipse" ("Eclipse") e "Amanhecer" ("Breaking Down") que irá para as livrarias portuguesas a 9 de Junho (numa edição Gailivro). Entretanto publicou "Nómada", um romance para adultos e está agora a trabalhar no próximo livro.
Escreveu "Crepúsculo", o seu primeiro livro, porque sonhou com um vampiro, não foi?
"Crepúsculo" foi inspirado por um sonho muito vívido que tive em Junho de 2003, que está transcrito no capítulo XIII do livro - é a cena no prado [quando Bella e o vampiro Edward conversam]. Eu estava tão envolvida naquele sonho que senti a compulsão de o preservar, e foi isso que fez com que começasse a escrever. Quando acabei de registar os acontecimentos desse sonho, quis saber o que ia acontecer àquelas duas intrigantes personagens, por isso continuei a escrever.
Uma das particularidades de "Crepúsculo" é a história ser contada do ponto de vista de Bella, a heroína feminina.
Na altura pareceu-me ser a única escolha possível. Eu era uma escritora completamente inexperiente e a história de Bella era aquela com a qual eu tinha alguma familiaridade. Sou uma mulher, sou humana - estes factos deram-me o ponto de partida. Podia colocar-me na sua posição.
Se pudesse mudaria alguma coisa nas personagens da saga?
Não, as personagens são a única coisa em que nunca mexeria. Se pudesse reescrever "Crepúsculo", mudaria muitas palavras, algum modo de expressão, alguns dos acontecimentos secundários, mas as personagens são o que são. Quando no início comecei a editar "Crepúsculo" eu estava muito insegura, o que é natural em alguém que é um principiante. A única coisa em que me mantive firme com o meu editor foi quanto às minhas personagens. As suas personalidades eram tão evidentes e reais na minha cabeça.
Se fosse um livreiro e tivesse que recomendar os livros da saga "Luz e Escuridão" como o faria?
Não sei dizer, não consigo imaginar nada. Não consigo distanciar-me dos meus livros e olhar para eles objectivamente.