Fonte: Luísa Alvim - Casa Museu Camilo Castelo Branco
Biblioteca Digital das Bibliotecas Escolares do Agrupamento de Escolas de Padre Benjamim Salgado: A Casa de Camilo (ESPBS); Bernardino Machado (EBBM); O Mundo da Imaginação (EB. Joane); O Mundo dos Sonhos (EB. Boca do Monte ); O Mundo dos Livros (EB. Agra Maior); Ponto de Biblioteca (EB. Pousada de Saramagos), Vila Nova de Famalicão.
quinta-feira, 31 de julho de 2008
segunda-feira, 28 de julho de 2008
sábado, 26 de julho de 2008
domingo, 13 de julho de 2008
sábado, 5 de julho de 2008
Outubro - Mês Internacional da Biblioteca Escolar
Em substituição do Dia Internacional da Biblioteca Escolar, a IASL criou o "Mês Internacional da Biblioteca Escolar" que será celebrado no mês de Outubro de cada ano.
A alteração para Mês Internacional da Bibliotecas Escolar foi aprovada pelo Comité da IASL em Dezembro de 2007. O anúncio foi feito pelo coordenador, Rick Mullholland do Canadá - "No princípio de Janeiro de 2008, o director executivo da IASL, sobre a recomendação do Comité do Dia Internacional da Biblioteca Escolar, aprovou a alteração do Dia Internacional da Biblioteca Escolar para o Mês Internacional da Biblioteca Escolar, o mês de Outubro, a partir de 2008. Esta alteração coincide com o décimo aniversário da IASL a celebrar as bibliotecas escolares. O Mês Internacional da Biblioteca Escolar permitirá aos responsáveis pelas bibliotecas escolares, em todo o mundo, escolher um dia, em Outubro, que melhor se adeque à sua situação de forma a celebrar a importância das bibliotecas escolares.
James Henri, President da IASL, afirmou "O Dia Internacional da Biblioteca Escolar terá outra dimensão. De facto, torna-se no Mês Internacional da Biblioteca Escolar. Isto significa que se pode escolher o dia, a semana ou mesmo todo o mês com actividades dedicadas à biblioteca escolar e a toda a comunidade."
O Logo do Mês Internacional da Biblioteca Escolar foi redesenhado por Peter Rugendyke, da Austrália.
Fonte: RBE
quinta-feira, 3 de julho de 2008
A leitura e os jovens
Nota: Vale a pena assistir a esta apresentação, produzida por Manuela Barreto Nunes, acerca do problema da leitura.
sábado, 28 de junho de 2008
quarta-feira, 18 de junho de 2008
Top+ do 3º Período
Leitores do 3º Período
1- Marta Carvalho - 10ºB
2- Sara Mendes - 10ºE
3- Sara Ribeiro - 12ºB
Autores mais lidos
1- Nicholas Sparks
2- José Saramago
3- Paulo Coelho
4- R. L. Stine
Filme mais visto
- Click
CD mais ouvido
- Now 17
Total de empréstimos domiciliáros neste período: 580
1- Marta Carvalho - 10ºB
2- Sara Mendes - 10ºE
3- Sara Ribeiro - 12ºB
Autores mais lidos
1- Nicholas Sparks
2- José Saramago
3- Paulo Coelho
4- R. L. Stine
Filme mais visto
- Click
CD mais ouvido
- Now 17
Total de empréstimos domiciliáros neste período: 580
terça-feira, 17 de junho de 2008
Ler é fácil
LER – verbo com dois complementos e muitos significados,
no segundo aniversário do Plano Nacional de Leitura.
O acto de ler tem, por detrás de si o desejo e a vontade. Por vezes, ler
é mesmo uma fixação. Assim, nunca se impõe nem a crianças nem a adultos.
Pelo que, apenas na poesia se pode afirmar: “Ai que prazer / Não cumprir um
dever, / Ter um livro para ler / E não fazer! / Ler é maçada […]”, como refere
Fernando Pessoa.
Todavia, estamos alertados desde o século XIX, para o facto de que “É coisa
fácil ler; mas é difícil reflectir. Não podemos apropriar-nos das ideias dos
outros senão pela reflexão, que faz parte de nós mesmos.” (E. M. Campagne,
Dicionário Universal de Educação e Ensino)
É que ler não é apenas a pura operação mecânica de juntar letras, formando
palavras, que transportam sentidos. É, antes, aceder ao conhecimento das
duas realidades que nos são naturais: o mundo e o homem. Por isso a leitura
é importante e a sua ausência limita a cidadania.
Há quem diga que na Grécia não havia analfabetos entre os cidadãos
gregos, cerca de um terço dos habitantes, sendo os dois restantes
constituídos por escravos e estrangeiros. É que a leitura era uma actividade
ritual, inerente à cidadania e à vida democrática, fosse no teatro, fosse no
culto, fosse na administração popular da justiça. A leitura pública fazia parte
da maioridade cívica. Era pelo rito, incluindo a leitura, que o jovem assimilava
o pensar e o sentir, o fazer e o ver, o atacar, o defender e o decidir.
Ontem como hoje, lê-se sempre o homem, todos os homens, interior ou
exteriormente; lê-se sempre o mundo, social e político, mas também físico,
metafísico ou cósmico. Estes são os complementos sobre os quais recai a
é mesmo uma fixação. Assim, nunca se impõe nem a crianças nem a adultos.
Pelo que, apenas na poesia se pode afirmar: “Ai que prazer / Não cumprir um
dever, / Ter um livro para ler / E não fazer! / Ler é maçada […]”, como refere
Fernando Pessoa.
Todavia, estamos alertados desde o século XIX, para o facto de que “É coisa
fácil ler; mas é difícil reflectir. Não podemos apropriar-nos das ideias dos
outros senão pela reflexão, que faz parte de nós mesmos.” (E. M. Campagne,
Dicionário Universal de Educação e Ensino)
É que ler não é apenas a pura operação mecânica de juntar letras, formando
palavras, que transportam sentidos. É, antes, aceder ao conhecimento das
duas realidades que nos são naturais: o mundo e o homem. Por isso a leitura
é importante e a sua ausência limita a cidadania.
Há quem diga que na Grécia não havia analfabetos entre os cidadãos
gregos, cerca de um terço dos habitantes, sendo os dois restantes
constituídos por escravos e estrangeiros. É que a leitura era uma actividade
ritual, inerente à cidadania e à vida democrática, fosse no teatro, fosse no
culto, fosse na administração popular da justiça. A leitura pública fazia parte
da maioridade cívica. Era pelo rito, incluindo a leitura, que o jovem assimilava
o pensar e o sentir, o fazer e o ver, o atacar, o defender e o decidir.
Ontem como hoje, lê-se sempre o homem, todos os homens, interior ou
exteriormente; lê-se sempre o mundo, social e político, mas também físico,
metafísico ou cósmico. Estes são os complementos sobre os quais recai a
acção do verbo ler. Deles decorre a dupla dificuldade da leitura: a actividade
exigente solicitada ao leitor e a dureza dos objectos a ler.
A dificuldade é de tal ordem que grandes figuras a confessam e exprimem de
forma enfática, como Goethe: “A gente não sabe o tempo e o esforço que são
necessários para aprender a ler. Eu tento-o há oitenta anos, e não posso
afirmar que o tenha conseguido” (Conversações com Eckermann, in Noesis,
n.º 68, Janeiro/Março 2007: 24).
exigente solicitada ao leitor e a dureza dos objectos a ler.
A dificuldade é de tal ordem que grandes figuras a confessam e exprimem de
forma enfática, como Goethe: “A gente não sabe o tempo e o esforço que são
necessários para aprender a ler. Eu tento-o há oitenta anos, e não posso
afirmar que o tenha conseguido” (Conversações com Eckermann, in Noesis,
n.º 68, Janeiro/Março 2007: 24).
Editorial, Correio da Educação Nº328 - J. Esteves Rei
sexta-feira, 13 de junho de 2008
Livro do mês

Título: A Fórmula de Deus
Autor: José Rodrigues dos Santos
Editor: Gradiva Publicações
ISBN: 9789896161392
Ano de Edição/ Reimpressão: 2006
N.º de Páginas: 576
Encadernação: Capa mole
Dimensões: 16 x 23 x 4 cm
Nas escadarias do Museu Egípcio em pleno Cairo, Tomás Noronha é abordado por uma desconhecida. Chama-se Ariana Pakravan, é iraniana e traz consigo a cópia de um documento inédito, um velho manuscrito com um estranho título e um poema enigmático. O inesperado encontro lança Tomás numa empolgante aventura, colocando-o na rota da crise nuclear com o Irão e da mais importante descoberta jamais efectuada por Albert Einstein, um achado que o conduz ao maior de todos os mistérios: a prova científica da existência de Deus. Uma história de amor, uma intriga de traição, uma perseguição implacável, uma busca espiritual que nos leva à mais espantosa revelação mística de todos os tempos. Baseada nas últimas e mais avançadas descobertas científicas nos campos da física, da cosmologia e da matemática, A Fórmula de Deus transporta-nos numa surpreendente viagem até às origens do tempo, à essência do universo e o sentido da vida.
Outras obras do autor:
A filha do Capitão
O Codex 6322
O Sétimo Selo
Comentários dos nossos leitores:
1- " Achei este romance muito interessante porque o autor consegue, ao longo de toda a narrativa, despertar o meu interesse e prende-me aos acontecimentos, que vai narrar de seguida. Foi capaz de dosear muito bem os modos de apresentação da narrativa através da utilização do diálogo, narração e descrição, o que torna a história mais dinâmica. Para além disso é um romance com o recurso à ciência, concretamente à Física e Química e Matemática, o que me atraiu bastante. Há ainda a tentativa de provar cientificamente a existência de Deus".
Mariana Dinis nº 19 11º C
2- "Na minha opinião, o livro tem uma história muito interessante e fascinante. No entanto não aprecio o estilo do autor que, talvez pela sua profissão de jornalísta, usa e abusa do diálogo e apresenta raciocínios demasiado extensos".
José Brites º17 11ºC
Fonte: Webboom
quarta-feira, 11 de junho de 2008
Liberdade - Fernando Pessoa
Nota: 1) Fernando Pessoa nasceu a 13 de Junho de 1888.
2) Faz cento e vinte anos.
3) A biblioteca quer lembrar a data deixando aqui este poema.
sexta-feira, 6 de junho de 2008
segunda-feira, 2 de junho de 2008
Dias trabalhosos na biblioteca...
Nota: O fim do ano lectivo está próximo e a biblioteca tem sido o ponto de socorro para a resolução de grandes problemas escolares. As imagens demonstram o trabalho intenso...
quinta-feira, 29 de maio de 2008
1 de Junho - Dia Mundial da Criança
Ao contrário do que muitas pessoas pensam, o Dia Mundial da Criança não é só uma festa onde as crianças ganham presentes.
É um dia em que se pensa nas centenas de crianças que continuam a sofrer de maus tratos, doenças, fome e discriminações (discriminação significa ser-se posto de lado por ser diferente).
É um dia em que se pensa nas centenas de crianças que continuam a sofrer de maus tratos, doenças, fome e discriminações (discriminação significa ser-se posto de lado por ser diferente).
Sabias que o primeiro Dia Mundial da Criança foi em 1950?Tudo começou logo depois da 2ª Guerra Mundial, em 1945.Muitos países da Europa, do Médio Oriente e a China entraram em crise, ou seja, não tinham boas condições de vida.
As crianças desses países viviam muito mal porque não havia comida e os pais estavam mais preocupados em voltar à sua vida normal do que com a educação dos filhos. Alguns nem pais tinham!

Como não tinham dinheiro, muitos pais tiravam os filhos da escola e punham-nos a trabalhar, às vezes durante muitas horas e a fazer coisas muito duras.
Sabias que mais de metade das crianças da Europa não sabia ler nem escrever? E também viviam em péssimas condições para a sua saúde.
Em 1946, um grupo de países da ONU (Organização das Nações Unidas) começou a tentar resolver o problema. Foi assim que nasceu a UNICEF.Clica aqui para leres sobre esta organização.
Mesmo assim, era difícil trabalhar para as crianças, uma vez que nem todos os países do mundo estavam interessados nos direitos da criança.
Foi então que, em 1950, a Federação Democrática Internacional das Mulheres propôs às Nações Unidas que se criasse um dia dedicado às crianças de todo o mundo.

Este dia foi comemorado pela primeira vez logo a 1 de Junho desse ano!
Com a criação deste dia, os estados-membros das Nações Unidas, reconheceram às crianças, independentemente da raça, cor, sexo, religião e origem nacional ou social o direito a:
- afecto, amor e compreensão;
- alimentação adequada;
- cuidados médicos;
- educação gratuita;
- protecção contra todas as formas de exploração;
- crescer num clima de Paz e Fraternidade universais.
Sabias que em só nove anos depois, em 1959 é que estes direitos das crianças passaram para o papel?
A 20 de Novembro desse ano, várias dezenas de países que fazem parte da ONU aprovaram a "Declaração dos Direitos da Criança".
Trata-se de uma lista de 10 princípios que, se forem cumpridos em todo o lado, podem fazer com que todas crianças do mundo tenham uma vida digna e feliz.
Claro que os Dia Mundial da Criança foi muito importante para os direitos das crianças, mas mesmo assim nem sempre são cumpridos.
Então, quando a "Declaração" fez 30 anos, em 1989, a ONU também aprovou a "Convenção sobre os Direitos da Criança", que é um documento muito completo (e comprido) com um conjunto de leis para protecção dos mais pequenos (tem 54 artigos!).
Clica aqui para os leres. Estão escritos de uma forma mais simples para tu os perceberes melhor.
Esta declaração é tão importante que em 1990 se tornou lei internacional!
Ilustrações: Profª Fernanda Gonçalves
Fonte do texto: Junior.TE.pt
quarta-feira, 28 de maio de 2008
quinta-feira, 22 de maio de 2008
Subscrever:
Mensagens (Atom)

