Blogue das Bibliotecas Escolares do Agrupamento de Escolas de Padre Benjamim Salgado: A Casa de Camilo; Bernardino Machado; O Mundo da Imaginação; O Mundo dos Sonhos; O Mundo dos Livros.
Catálogo Casa
- Início
- AEPBS
- Apps Educação
- Atividades Bernardino
- Atividades 1ºCiclo
- Contacto
- CNLAEPBS
- Contos
- Conversor
- Documentos
- E-books
- EnglishGrammar
- Equipa da BE
- Evidências
- Filmes
- Filmes/Disciplinas
- Filmes/Temas
- Guiões
- Inventário BE
- Jornal do AEPBS
- Letra Pequena
- ListasPNL2017
- NEE
- Newsletter
- OLE
- PNL
- Projetos
- RBE
- Semana Leitura
- Fotografia
- Poesia
sexta-feira, 28 de junho de 2013
terça-feira, 25 de junho de 2013
Tertúlia literária na Biblioteca Escolar
A biblioteca escolar A Casa de Camilo foi o palco escolhido para a Tertúlia Literária que decorreu no dia 22 de junho. Esta atividade inseriu-se no II Encontro das Velhas Glórias da Escola Secundária de Joane. A tertúlia foi mediada pelo professor José Paiva e contou com a presença dos ex-alunos Simão Pedro, João Paulo e António HC.
Simão Pedro apresentou as obras "Ao Encontro do teu Silêncio" da autoria de Sérgio Ferreira e "O Vento da Noite" de Mário Rui de Oliveira.
António Campos Soares falou do seu percurso literário até à publicação da sua obra "Lascas de uma Rocha", obra poética.
João Moura apresentou a sua obra "Destroços de um Naufrágio" e falou daquilo que vai fazendo no dia-a-dia.
A biblioteca escolar agradece mais uma possibilidade de falar do livro e da leitura e mostra-se disponível para colaborar em outras iniciativas do género.
António Campos Soares falou do seu percurso literário até à publicação da sua obra "Lascas de uma Rocha", obra poética.
João Moura apresentou a sua obra "Destroços de um Naufrágio" e falou daquilo que vai fazendo no dia-a-dia.
A biblioteca escolar agradece mais uma possibilidade de falar do livro e da leitura e mostra-se disponível para colaborar em outras iniciativas do género.
segunda-feira, 24 de junho de 2013
Um Poema por Semana - Velha Amiga
Velha Amiga
Sentei-me
E senti o frio do granito milenar percorrer as minhas mãos.
No horizonte,
Onde em tempos pensavam que começava o abismo,
O sol não exita em desaparecer.
Sombras surgem de todos os lados…
Todo o dia esperei este momento
Para que quando chegasses
Te pudesse contar todos os meus segredos.
Lentamente vais-te revelando,
Sinto a tua chegada e contudo não te sinto,
Vejo-te e contudo nada vejo,
Sei agora que estás comigo.
Sabes tudo o quanto sofri.
No silêncio,
Contaste todas as minhas lágrimas.
No silêncio,
Ouviste todos os meus murmúrios,
Todos os meus gritos.
Viste-me sorrir quando, em tempos remotos, amei…
Conheces todas as minhas fraquezas,
Sabes perfeitamente onde errei.
Nunca me desanimaste,
Pelo contrário, fizeste-me pensar de novo em tudo o que fiz.
Tornaste-te numa amiga e confidente,
Tornaste-te na sepultura dos meus segredos,
Dos meus crimes e dos meus medos,
Onde gravei num epitáfio:
In pace requiescant!
Não falas
Mas sei que me ouves.
Noutros tempos temi-te
Mas agora confortas-me.
Vive para sempre,
Minha Velha Amiga Escuridão.
Sentei-me
E senti o frio do granito milenar percorrer as minhas mãos.
No horizonte,
Onde em tempos pensavam que começava o abismo,
O sol não exita em desaparecer.
Sombras surgem de todos os lados…
Todo o dia esperei este momento
Para que quando chegasses
Te pudesse contar todos os meus segredos.
Lentamente vais-te revelando,
Sinto a tua chegada e contudo não te sinto,
Vejo-te e contudo nada vejo,
Sei agora que estás comigo.
Sabes tudo o quanto sofri.
No silêncio,
Contaste todas as minhas lágrimas.
No silêncio,
Ouviste todos os meus murmúrios,
Todos os meus gritos.
Viste-me sorrir quando, em tempos remotos, amei…
Conheces todas as minhas fraquezas,
Sabes perfeitamente onde errei.
Nunca me desanimaste,
Pelo contrário, fizeste-me pensar de novo em tudo o que fiz.
Tornaste-te numa amiga e confidente,
Tornaste-te na sepultura dos meus segredos,
Dos meus crimes e dos meus medos,
Onde gravei num epitáfio:
In pace requiescant!
Não falas
Mas sei que me ouves.
Noutros tempos temi-te
Mas agora confortas-me.
Vive para sempre,
Minha Velha Amiga Escuridão.
António Soares, 12ºH – 2005/2006
sábado, 22 de junho de 2013
O Porquê das Coisas
Porque é que o azeite e a água congelam de modo diferente?
A água, com apenas um tipo de molécula, passa para o estado sólido aso 0º Celsius. O azeite, composto por ácidos gordos, sobretudo o oleico, o palmítico, o Linoleico e o esteárico, tem portanto vários tipos diferentes de moléculas de triglicéridos. Quando o azeite arrefece, cada um desses triglicéricos tem a sua própria temperatura de congelação: 5,5º C, 10º C, -2,8C e 23º C, respetivamente. Ou seja, abaixo dos 23º C, começam a formar-se cristais esbranquiçados, cada vez maiores à medida que a temperatura desce. Abaixo dos 5,5º C, o azeite fica sólido.
Expresso, Revista 22/JUN/13
quinta-feira, 20 de junho de 2013
Ler é fazer amor com as palavras
Ler é cerebral
A leitura é uma forma de exercitar e manter em forma o nosso cérebro. Dá esse passo: escolhe um bom livro, um que te encante, lê-o ativamente, vive-o e melhora o teu cérebro.
Ler é fantástico… Aqui ficam alguns benefícios da leitura:• Ler produz notáveis mudanças biológicas cerebrais;
• Ler estimula a nossa atenção;
• Ler aumenta a imaginação;
• Ler produz emoções;
• Ler possibilita as relações sociais;
• Ler potencia a empatia;
• Ler desenvolve a nossa capacidade de expressão e oratória;
• Ler ativa a nossa memória a curto e longo prazo;
• Ler aumenta a reserva cognitiva.
Agora, que se aproximam as férias, aproveita e põe as tuas leituras em dia e como diz Rubem Alves “Ler é fazer amor com as palavras”.
Boas férias e boas leituras
terça-feira, 18 de junho de 2013
Um Poema por Semana - Vida angustiante
Vida angustiante
Nem imaginais ou conseguis cuidar,
Como esta vida me fez angustiar,
Ensombrou-me o pensamento com a dor,
Fez-me sentir em desespero de amor,
Pôr-me por dentro todo em ardor!
Que sentimento de fracasso me vem,
Quando não me correspondem,
Com aquilo que pretendo confiar,
Sentindo por todo meu ser a trilhar,
O que brutalmente me está a enlaçar!
Uma sensação de revolta indigna,
Com a afeção da náusea maligna,
Que vem do sofrimento pungido,
Da saudade do tempo perdido,
Com a iminência da morte garantido!
Sem poder ao menos ter entendido,
Porque não foi o amor correspondido!
É amargo ter-me d’ausentar assim da vida!
Retirar-me com esta supliciada,
Cáspite! Ânsia de nada mostrada!
AutorJosé António Paiva
Sande (Vila Nova), 18 de junho de 2013
segunda-feira, 17 de junho de 2013
domingo, 16 de junho de 2013
O porquê das coisas ?
Porque é que enjoamos quando andamos de barco?
O problema é causado pela
diferença entre o que sentimos e o que vemos. O movimento é detetado pelo
ouvido interno, com a consequente alteração do fluido que ele contém. O ouvido
envia um sinal ao cérebro, informando que nos estamos a mover. Mas a informação
dos olhos indica o contrário. Como o cérebro fica baralhado, o corpo começa a
segregar as hormonas da ansiedade, como a adrenalina. Em consequência, os
músculos do estômago começam a contrair-se mais depressa do que é habitual, o
que causa mal-estar e pode levar ao vómito.
Expresso, Revista 15/JUN/13
sexta-feira, 14 de junho de 2013
Exposição de trabalhos
Silêncio! Vamos ver um filme
"Impossível"
As turmas de 8º ano, no âmbito da disciplina de Ciências Físico-químicas, no sentido de consolidar os conhecimentos adquiridos na unidade temática "Recursos sustentáveis da terra", assistiram ao filme "Impossível". Assim, sensibilizaram-se os alunos para as consequências que podem provocar os fenómenos atmosféricos que ocorrem cada vez com mais frequência.
As turmas de 8º ano, no âmbito da disciplina de Ciências Físico-químicas, no sentido de consolidar os conhecimentos adquiridos na unidade temática "Recursos sustentáveis da terra", assistiram ao filme "Impossível". Assim, sensibilizaram-se os alunos para as consequências que podem provocar os fenómenos atmosféricos que ocorrem cada vez com mais frequência.
Clube da Imagem em exposição
Teatro na Biblioteca
Interferências...na Biblioteca Bernardino Machado
Os alunos do 7º H apresentaram a peça de teatro "Interferências", da sua autoria e encenada também por eles, com a supervisão do professor Paiva.
O grupo de alunos levou a cabo várias representações da peça para todos os alunos do 5º ano e para algumas turmas dos 7º e 9º anos. Os alunos e professores que assistiram conferiram aos espetáculos muita alegria e entusiasmo.
A Equipa da Biblioteca agradece aos alunos e ao professor estes momentos bem passados.
Os alunos do 7º H apresentaram a peça de teatro "Interferências", da sua autoria e encenada também por eles, com a supervisão do professor Paiva.
O grupo de alunos levou a cabo várias representações da peça para todos os alunos do 5º ano e para algumas turmas dos 7º e 9º anos. Os alunos e professores que assistiram conferiram aos espetáculos muita alegria e entusiasmo.
A Equipa da Biblioteca agradece aos alunos e ao professor estes momentos bem passados.
Fórum de Leitura
O último fórum de leitura deste ano letivo foi dinamizado com a turma do 7º H. Os alunos falaram sobre as suas leituras preferidas e partilharam opiniões.
quarta-feira, 12 de junho de 2013
E-book - Ciência em Linha
Neste e-book está espelhado o trabalho desenvolvido no âmbito do projeto "Ciência em Linha". Projeto apoiado pela Rede de Bibliotecas Escolares no concurso "Ideias com Mérito".
terça-feira, 11 de junho de 2013
Novidades nas BE do Agrupamento
Notas. Estes documentos foram oferecidos à biblioteca escolar "A Casa de Camilo" pelo grupo disciplinar de Geografia.
segunda-feira, 10 de junho de 2013
Um Poema por Semana - Que importa
Que importa
Que importa o céu estrelado?
Se as estrelas são os teus olhos…
Que importa o brilho do sol?
Se és tu a luz do meu caminho…
Que importa que eu tenha frio?
Se não estás aqui para me
abraçar…
Que importa acordar de manhã?
Se não te vou encontrar…
Que importa sorrir?
Se és tu a minha alegria…
Que importa a realidade?
Se tu não és verdade…
Afi nal que importa viver?
Se eu não te posso ter…
Brízida Maria Silva Rodrigues
poema publicado in A Minha Vida é
Uma Memória, Cancioneiro Infanto-juvenil para a Língua Portuguesa, Vol. XIII, 5.º Concurso poético. Lisboa:
Instituto Piaget.
Nota: Este poema integra o e-book "Poemas de Nós" - Antologia Poética II.
domingo, 9 de junho de 2013
O Porquê das coisas?
Porque é que vemos sempre o mesmo lado da Lua?
A Lua, ta como a Terra, gira à
volta do seu próprio eixo. O que acontece em relação ao satélite natural da
Terra é que, enquanto dá uma volta completa sobre si própria, dá ao mesmo tempo
uma volta completa em volta da Terra. Pelo que, à vista desarmada e a partir do
nosso planeta, vê-se sempre o mesmo lado da Lua. Além de sincronizar a rotação,
a interação constante entre a Terra e Lua e respetivas gravidades é responsável
por um fenómeno bem visível no nosso planeta, a existência das marés.
Expresso, Revista 8/JUN/13
Subscrever:
Mensagens (Atom)









